Com solução no-code, startup ajuda na digitalização de novos negócios

Montar times de tecnologia da informação do zero não é uma missão simples. Sejam startups ou grandes empresas, há um desafio no mercado quando o assunto é desenvolvimento de software. De olho nisso, cinco amigos decidiram criar uma startup de soluções no-code (ou sem código) para trazer simplicidade à estruturação tecnológica do mercado. Assim, nasceu a Fluna.

Alysson Nazareth, Paulo Cerqueira, Bruno Pfeilsticker,  Flávio Araújo e Filipe Drumond, cofundadores da Fluna (Foto: Divulgação)
Alysson Nazareth, Paulo Cerqueira, Bruno Pfeilsticker, Flávio Araújo e Filipe Drumond, cofundadores da Fluna (Foto: Divulgação)

Fundada em fevereiro de 2020 pelos sócios Alysson Nazareth, Paulo Cerqueira, Bruno Pfeilsticker, Flávio Araújo e Filipe Drumond, a Fluna é fruto de uma experiência de Nazareth, que desde muito jovem fazia programação. Aos 14 anos, já fechava negócios com gigantes chinesas no Brasil. “Era engraçado, porque eu tinha de viajar com meus pais para concluir os trabalhos”, diz a PEGN.SAIBA MAIS

Depois de diversas experiências no mercado tecnológico, entre grandes empresas e startups, juntou-se a Cerqueira no final de 2019 para levar adiante as soluções no-code. A ideia era usar a expertise tecnológica de Nazareth para criar produtos de prateleira que diminuíssem a necessidade da contratação de grandes times de tecnologia.

Entre os “códigos-bases” da Fluna, estavam “blocos” como pagamentos, calendários, emissão de pedidos, videochamadas, reconhecimento facial etc.. Antes de tirarem a ideia do papel, os empreendedores buscaram clientes. “A ideia era mostrar o potencial para depois produzir a solução”, conta Cerqueira. Com o tempo, foram adicionando “peças à biblioteca”, como define Nazareth. Hoje, são mais de 200 na plataforma.

A startup também mudou seu modelo de negócio nesse caminho. De fechamento de projetos customizados, passou a oferecer uma assinatura, com todas as soluções à disposição dos clientes. Hoje, são 21 empresas usando o SaaS (software as a service) da Fluna.

Outra característica do negócio foi que ele nasceu global. “Desde a nossa primeira conversa, eu tinha certeza de que essa era uma ideia com potencial para crescer em vários países”, diz Cerqueira. Sabendo disso, a startup se inscreveu no programa de aceleração da 500 Startups Singapura. Em junho, entrou e agora está no meio do projeto. “Foram dois meses virtuais e há planos para dois meses presenciais. A ideia é que aconteça em janeiro e fevereiro, se a pandemia permitir”, conta Cerqueira.

Com a validação, a startup se prepara para uma captação seed. Em algumas semanas, apresentará seu negócio no demo day do programa para fundos de venture capital da Ásia. “Acreditamos que podemos crescer muito na região do Sudeste Asiático”, diz Nazareth.

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